Passamos do tempo em que fazer marketing era simplesmente se posicionar na internet e usá-la como vitrine dos seus produtos e serviços. Com a transformação digital acelerada pela pandemia, as marcas estão cada vez mais buscando se conectar com o que o consumidor quer e demanda, já que sua própria jornada de compra também mudou.
Agora, imagine só: atualmente, de acordo com o estudo “Digital 2022: Global Overview Report”, o número de usuários ativos, isto é, que acessam a rede regularmente, totalizou 5 bilhões de pessoas em janeiro. Isso representa nada menos que 63% da população do mundo. E adivinha? O Brasil está entre um dos países onde as pessoas mais passam tempo na internet: são 10 horas e 19 minutos por dia. Isso significa que o consumidor está conectado boa parte do dia, gerando informações valiosas para a sua marca.
É aí que entra a coleta de dados que pode mudar a forma na qual sua empresa faz negócio. Se pensarmos que este usuário que passa em média 10 horas por dia conectado, e está o tempo todo mostrando o que gosta através de likes, pesquisando algo no Google para se informar ou comprar, acessando e-commerces para realizar uma compra e aceitando cookies a cada clique em um novo site; toda esta trajetória significa um compilado de informações essenciais para que empresas conheçam mais sobre seu público, mercado e resultados internos.
Estes dados traduzem tudo o que o seu negócio precisa saber, possibilitando que o seu time otimize ações, planeje campanhas mais adequadas, saiba o que o consumidor pensa sobre a marca e a parte mais importante de todas: ofereça a oportunidade da sua empresa de analisar e usar todos estes dados de forma estratégica.
Não adianta apenas coletar informações, sem saber o que fazer com elas. É essencial saber onde buscá-las, como estruturá-las e como utilizá-las. Neste ponto, entra a metodologia Data-driven, que se refere principalmente aos processos organizacionais orientados aos dados. Ou seja, quando a empresa busca tomar decisões e realizar planejamentos estratégicos por meio da coleta e análise de informações, e não em instituições ou experiências comuns.
O Data-driven, portanto, não se trata de uma ferramenta, mas necessita dela para funcionar, já que vai servir como uma bússola para que empresas aproveitem oportunidades e antecipem tendências e problemas.
Essas ferramentas utilizadas coletam diversos dados de fontes externas e internas, cruzando informações para oferecer uma visão macro do mercado, desde clientes, produtos, concorrentes, até da própria empresa, para que os gestores possam agir com mais eficácia.
De acordo com Vinicius Soares, sócio fundador da Monkey, a metodologia Data-driven se tornou um diferencial na venda de projetos para os clientes. “Quando falamos em tomada de decisão estratégica, gostamos de demonstrar a versatilidade das soluções. Para atingir os resultados temos como ponto de partida os consumidores das empresas que atendemos, portanto, sabemos exatamente o caminho que podemos seguir.
Para entender melhor, o Data-driven permite não só rastrear toda a jornada do consumidor, como também indicar o seu serviço ou produto no momento em que ele estiver procurando e/ou estiver pronto para fechar negócio. Ainda de acordo com Vinícius, a metodologia Data-driven permite rastrear e criar estratégias mais assertivas. "A partir dos dados captados, conseguimos traçar rotas palpáveis e assim conseguir vender e fazer enxergar o nosso trabalho e o valor de uma boa estratégia baseada em análise”.
Em um mundo corporativo onde o mercado vem se tornando cada vez mais competitivo, é importante buscar uma forma de se destacar diante da concorrência, considerando principalmente as mudanças que a transformação digital causou no comportamento e nas exigências dos consumidores.
Portanto, contar com dados concretos e confiáveis é mais do que um mero diferencial, se tornou um verdadeiro processo vital para que as empresas atuem e sobrevivam ao mercado, uma vez que estas informações irão oferecer mais clareza na hora de tomar decisões importantes e orientar ações como reduzir custos, otimizar a produtividade e desenvolver novos produtos; tudo de forma alinhada com as necessidades do público e os objetivos da organização.
Confira o que o Data-driven pode te oferecer:
Ao interagir com publicações, links patrocinados, navegar em sites, solicitar atendimento e outras ações no ambiente digital, sua empresa pode detectar dados e monitorá-los de acordo com a importância de cada um. Isso permitirá que a marca entenda como o público se comporta em cada etapa de compra, além de detectar o que ele pensa sobre seus serviços e produtos.
A coleta de dados pode, inclusive, desenvolver um relacionamento com o seu cliente. Isso porque, ao rastrear o comportamento dele, é possível criar uma comunicação toda pautada no que ele busca e precisa. Ou seja, sua empresa estará cada vez mais alinhada com atendimentos mais adequados e estratégicos, gerando oportunidades de venda mais adequadas à cada pessoa.
Os KPIs são indicadores estratégicos principais que uma empresa utiliza, sendo essenciais para monitorar métricas importantes. Com eles, é possível detectar o número de leads adquiridos em um determinado período, o tíquete médio de um site, entre outros dados importantes. O controle por meio destes indicadores deve ser feito de forma constante, para que a empresa possa identificar oportunidades e melhorias.
Mas isso tudo não seria possível sem a estruturação de campanhas e ações cada vez mais voltadas para onde e quando seu consumidor está presente no ambiente digital. A metodologia Data-driven permite que sua empresa colete dados para saber onde seu consumidor está, quais são suas preferências, como ele interage com ações e outros detalhes mais que você necessite saber.
Com isso, as campanhas se tornam muito mais assertivas e estratégicas, custando até menos do que campanhas que não possuem estes dados. Para isso, as ferramentas trabalham sempre de acordo com as políticas de dados e os acessos que os seus clientes aceitam na internet, possibilitando que o marketing atue de forma mais precisa, tendo mais impacto sobre este público.
Mesmo que a metodologia Data-driven seja interessante para a estratégia de marketing, é preciso entender como utilizá-la sem ferir as novas políticas de privacidade de dados, como a LGPD, que foi recentemente instaurada a fim de estabelecer novas regras sobre coleta, armazenamento, tratamento e compartilhamento de dados pessoais.
Um exemplo de como essa lei está de acordo com a mentalidade do consumidor, é como ele mesmo tem respondido à coleta de suas informações pessoais, já que, de acordo com pesquisa, 81% dos consumidores online dizem ter ficado mais preocupados com a forma na qual as empresas estão utilizando seus dados.
E como o Data-driven sobrevive com estas restrições? Simples, entendendo como garantir sua coleta de acordo com as regulamentações e restrições de cookies de terceiros e identificadores de dispositivos. A coleta de dados deve, portanto, garantir que são dados duráveis, que possam ser mensurados com efetividade e que, na hora de ativar a mídia, as campanhas possam ser otimizadas com base de dados próprios.
De acordo com este estudo da Google, a tecnologia mais viável para este tipo de modelagem de dados é o Customer Match - já utilizado em campanhas internas da Monkey, inclusive. Esse recurso permite a segmentação de campanhas por lista de clientes, se baseando em identificadores duráveis e com dados proprietários, ou seja, coletados por anunciantes e autorizados pelos próprios clientes, possibilitando o uso para estratégias de segmentação de usuários.
Nosso time está preparado para entender e otimizar todas as campanhas da sua marca, garantindo a total transparência e modelagem de dados de acordo com novas políticas.
Converse já com o nosso comercial e entenda como sua empresa pode se beneficiar ainda mais com o Data-driven!